PASSEIO AO FLUVIÁRIO DE MORA!


A BASE-FUT de Lisboa organiza no próximo sábado ,dia 13 de Março, uma excursão ao Fluviário de Mora.
O passeio, de apenas um dia, enquadra-se na tradição excursionista e militante com largas tradições no movimento popular e associativo português.
Desde sempre a Base organizou excursões em território nacional e pela Europa, proporcionando férias em autogestão a centenas de trabalhadores que puderam conhecer inúmeros países a custos baixos e acessíveis a quem tem baixos salários.

VER A REALIDADE PARA AGIR-Debate sobre a BASE-FUT (II)

Continuação do texto de José Ricardo, um contributo para o debate das tertúlias da BASE-FUT do Porto.

11. Esta nova e reforçada economia congrega instituições religiosas, associações particulares, cooperativas e mutualidades, com conceitos muito próximos dos fundamentos auto-gestionários, na medida em que não laboram em função do lucro e da sua apropriação pelos seus detentores. É de registar a enorme valoração da sua autonomia e independência face ao poder político como aspectos positivos.

12.As decisões na economia social deixarão de ser tomadas com base em valores e princípios e passam a ser tomadas com base em critérios e objectivos mensuráveis de rentabilidade económica. Com as exigências da qualidade esses critérios estarão sustentados em políticas transparentes constituindo uma janela de oportunidade para uma participação mais democrática. Mas a tendência de introduzir o conceito de cliente, substituindo o de utente, pode trazer, a par do objectivo de conferir maiores direitos aos utentes, efeitos perversos de esquecer as necessidades das pessoas e olhar apenas para as estatísticas de rentabilidade económica.

13. A desumanização das relações sociais cresce com a tendência para considerar as pessoas como números e estatísticas e nós bem sabemos como as estatísticas são falaciosas. Se há apenas 10% de desemprego não significa que um desempregado tenha 10% de desemprego. Ele tem 100% do problema. Se cada português gasta 600€ pelo Natal, significa que muitos não gastarão nada enquanto outros gastarão bem mais.

14. A economia e o consumismo prevalecem sobre outras necessidades: artísticas, afectivas, sociais e espirituais. A manipulação sobre os nossos padrões de consumo e a manipulação dos gostos e tendências é cada vez mais refinada e científica. O reforço das nossas tendências individualistas e egoístas é uma ciência. Esta ciência de criação de medos e mitos temporários é possível pela curta memória das pessoas e pela cultura acrítica dos massmédia.
15. O controlo dos meios de comunicação social pelos grupos económicos verá o seu poder reduzido pela democratização das redes de internet que irão permitir maior liberdade de informação. Esta janela de oportunidade já deu frutos concretos, no caso da luta dos professores, e pode ser uma possibilidade de unir as pessoas cada vez mais individualizadas. A democracia participativa, pelo menos ao nível informativo dos que já estão em rede, irá ter um incremento importante.

16. O movimento anti-corrupção, fruto do parasitismo de muitos quadros dos partidos de poder e da opacidade das decisões públicas, vai ganhar novas forças com a denúncia e maior circulação de informação. Com a integração europeia, o risco do descrédito dos partidos não levará a formas de autoritarismo e é uma janela de oportunidade para uma maior participação e poder dos cidadãos e cidadãs, bem como das suas organizações..

17. No século passado, a luta dos trabalhadores pelos direitos sociais e económicos tinha um aliado poderoso: o perigo do comunismo. Muitos trabalhadores viviam essa utopia e o capitalismo cedia a muitas reivindicações ao nível da contratação colectiva para impedir o crescimento dos movimentos ideologicamente de esquerda. Com a falência dessa experiência na URSS e países limítrofes o liberalismo económico não tem oposição e aparece como vencedor aumentando a exploração dos trabalhadores e cavando o fosso entre os muitos ricos e os cada vez mais pobres.


18. A deslocalização das empresas multinacionais para outros países menos industrializados irá provocar nesses países transformações sociais como aconteceu no nosso país. Em países como Marrocos, para onde migraram muitas fábricas de vestuário, empregam mulheres que provavelmente nunca tinham tido oportunidade de uma participação social tão intensa. Esta situação não deixará de provocar transformações sociais nesses países. O capitalismo ao mesmo tempo que explorará a sua força de trabalho pode ser uma janela de oportunidade para essas trabalhadoras no caminho da sua emancipação, no seu contexto nacional.


19.. Ao nível partidário não se perspectivam grandes alterações. Se por um lado é positiva a maior participação do parlamento nas decisões do país, também nos colocam perplexidades sobre as reais motivações de algumas alianças. A próxima campanha eleitoral para a Presidência da República pode ser um momento de boa participação e debate sobre as reformas socais para uma maior justiça.

20. Os trabalhadores continuam com a mentalidade de que “alguém” lhes tem que resolver os problemas. Em último recurso é o Estado e a subsídio-dependência. A “minoria” que sempre tem dirigido os destinos das empresas e do país, promove esta dependência cultural de menoridade para melhor proteger os seus privilégios, enquanto acusa que os trabalhadores não têm habilitações, competências, dinamismo e criatividade para resolverem os seus problemas.

21. Assistimos a um tempo em que a ideologia é vista como uma excrescência, como uma doença. Vivemos numa sociedade consumista. Vivemos numa sociedade e numa igreja sem esperança que há muito esqueceu a mensagem reformista dos Concílios e das encíclicas de João XXIII e Paulo VI e excomunga os teólogos da igreja de libertação que procuram os caminhos da justiça. Estamos numa igreja vazia, dominada por uma hierarquia embrulhada em textos bíblicos duma realidade milenar e que pouco tem a ver com a rotura que representou o testemunho de vida de Jesus Cristo.

22. A inquietação pelo aumento das injustiças e desigualdades, apesar da descrença em projectos alternativos, leva-nos à procura de novas soluções. A necessidade de uma nova Esperança é premente. Como podemos participar na descoberta?

A NOSSA MISSÃO

Proporcionar aos trabalhadores e trabalhadoras espaços de reflexão e de formação, promovendo os valores da Liberdade, Participação, Autonomia, Cooperação, Justiça e Solidariedade.

Fanzeres, 03/03/2010

ECONOMIA SOCIAL TEM PROGRAMA DE APOIO


Por Resolução do Conselho de Ministros (16/2010) de ontem, dia 04, a economia social vai ter um Programa de Apoio ao Desenvolvimento da Economia Social(PADES).

O programa destina-se a apoiar o emprego e a facilitar o crédito a projectos no âmbito desta economia, bem como a formar dirigentes e trabalhadores.

A cooperativa António Sérgio será a entidade que vai gerir este Programa.A Resolução agora publicada reconhece que este sector económico é um dos pilares do desenvolvimento no nosso país.Pensamos que ainda é muito pequeno este apoio estabelecido e que continua tudo muito limitado e sem ambição, nomeadamente quanto á entidade gestora.

VER A REALIDADE PARA AGIR:debate sobre missão e valores da BASE-FUT (I)


Texto de José Ricardo, dirigente nacional da BASE-FUT e com uma vasta experiência na economia social e no associativismo.O texto é um contributo para as tertúlias que a BASE-FUT do Porto tem organizado sobre a missão e valores desta organização .Publicamos o texto em duas partes.Eis os primeiros 10 pontos:

A reflexão e a experiência de vida informam-nos que as verdades de ontem não são as verdades de hoje e que estas, por muita convicção que tenhamos nelas, poderão não ser as verdades de amanhã. A evolução da humanidade não tem sentido único nem o caminho que muitas vezes se nos apresenta como inevitável é a única alternativa.
Nós temos o direito e o dever de interferir na realidade, influenciando a sua evolução para uma sociedade mais justa, mais humana e em harmonia com a natureza. Mas para intervir é necessário caracterizar a realidade onde nos movemos, criticá-la à luz dos nossos valores e estabelecer objectivos coerentes com a nossa Missão.

UMA VISÃO SOBRE A EVOLUÇÃO SOCIAL, ECONÓMICA E POLÍTICA

1. A industrialização operou um enorme movimento migratório das populações rurais, quer interno quer externo, em busca de emprego e melhores condições de vida que as empresas industriais ofereciam. Este movimento produziu alterações profundas ao nível social, com a desagregação da família patriarcal alargada, a sua nuclearização e difusão pelos territórios. Levou também ao crescimento acelerado das cidades do litoral, à desertificação do interior e ao fim da agricultura de subsistência. Segundo as estatísticas, em 2005, habitavam os distritos do litoral de Viana do Castelo a Setúbal, com uma superfície de 25.420 Km2, cerca de 7.607.000 pessoas. Ou seja, 72% dos portugueses habitam 28% do território, enquanto 28% dos portugueses habitam em 72% de território.

Não se perspectivam quaisquer políticas que invertam este movimento. Há vários séculos que os donos de grande parte do Alentejo são moradores em Lisboa e linha de Cascais, vivendo à custa da cortiça, das rendas e das coutadas. O Centro e Norte interior estão a ficar quase igual, com a migração dos descendentes dos proprietários rurais para as cidades do litoral, originando o progressivo abandono das terras e a crescente desertificação populacional do interior.

2. A globalização capitalista impôs uma lógica que se tem mostrado irreversível. Quando uma empresa deixa de ter mercado para os seus produtos ou serviços encerra ou diminui a sua actividade e os trabalhadores recebem subsídio de desemprego e formação: é a flexi-segurança. Se a empresa não é suficientemente rentável para os seus accionistas, o capital anónimo emigra e a empresa vê as suas acções em bolsa descerem velozmente e entra em dificuldade financeira. Se o capital rende mais na especulação do que na produção de bens, a empresa produtora encerra. Este movimento acelerou nos últimos 20 anos. Em Portugal, os donos de muitas empresas industriais em lugar de se modernizarem e ganharem competitividade, encerraram as portas e encaminharam o seu capital para a especulação imobiliária, procurando ganhar mais dinheiro com o menor esforço.

3. Com a revolução electrónica em marcha vai acentuar-se a capacidade de produzir mais bens com menos trabalhadores. Com a livre circulação de capitais, as empresas que utilizam mão-de-obra extensiva deslocam-se para os países onde os trabalhadores têm menos direitos. Esta dinâmica é irreversível. As empresas nascentes em novas tecnologias não irão ocupar toda a mão-de-obra saída das muitas empresas encerradas de têxtil, mobiliário, metalomecânica, eléctricas, etc.

4. Com as revisões do Código do Trabalho liberalizando os despedimentos prometeu-se mais investimento, mais empresas, mais riqueza e mais emprego. Na realidade apenas levou a que os trabalhadores sejam forçados a mais baixos salários favorecendo a acumulação capitalista e o agudizar das desigualdades.

5. Em Portugal como na Europa as grandes empresas industriais foram progressivamente desmembradas. As subcontratações e a fragmentação do processo produtivo por unidades industriais independentes retiram qualquer capacidade de controlo sobre o produto final e comercial por parte dos trabalhadores. Em primeiro lugar pela incapacidade de controlar as vias de comercialização e em segundo lugar pela pouca competência dos trabalhadores em organizar-se em comissões inter-empresas e definir estratégias comuns.

6. O controlo das redes de comercialização através das Marcas detidas por empresas de capital invisível e anónimo, sem ligação entre os produtores e os consumidores, fazem da maioria dos pequenos e médios patrões nacionais, intermediários, meros empregadores e capatazes ao seu serviço. Exemplo desta situação é o que se passa com a indústria de vestuário.

7. O capital financeiro e apátrida continua a dominar a economia dos países europeus com lógicas de exploração desenfreada dos recursos naturais e dos trabalhadores, seja no papel de produtores como de consumidores. Esta exploração é uma característica intrínseca do sistema. A liberdade de movimento do capital, ao toque de um clique, entrando e saindo de um país, instalado em plataformas secretas que não se submetem ao poder democrático dos países, de onde vão retirar os seus lucros, desestabilizam a economia de países, mesmo dos europeus. Utilizam as tácticas de camuflagem da guerrilha.

As reformas anunciadas, em função da crise por que passamos, serão uma oportunidade perdida para que tudo fique na mesma, se os movimentos sociais não souberem empurrar os seus representantes políticos, sindicatos e movimentos sociais autónomos para as reformas necessárias. Os offshore continuarão a ser os paraísos fiscais como até aqui porque o grande capital financeiro que domina o Mundo tudo fará para travar as intenções de reforma. Já foram encontrados alguns bodes expiatórios e os profetas do sacrossanto Mercado já encontraram coragem para voltar a defender mais do mesmo.

8. Os países que apresentam melhor defesa face à exploração do capitalismo financeiro global são os que optarem por um Estado mais cooperativo, interveniente e com uma maior distribuição do rendimento, como os países do Norte, ou com o sistema de Capitalismo de Estado, como a China, com um controle apertado sobre as liberdades e direitos sociais. Portugal, com o agudizar da crise poderá criar condições para regionalizar mais o poder e permitir uma maior participação dos cidadãos na vida colectiva ao nível político e económico.

9. A pobreza actual não tem a mesma natureza da pobreza do século passado. A população rural convergiu para as cidades, como acima foi referido. Com a crise económica que presenciamos e que vai continuar os trabalhadores sem emprego das cidades não têm sequer a agricultura de subsistência que os seus antepassados tinham. A crise das famílias que se avoluma não deriva apenas dos encargos financeiros contraídos, sobretudo na habitação, mas também a redução das expectativas que alimentavam. A pobreza actual comporta perigos de desagregação social que não têm paralelo no passado. A pobreza do mundo rural mantinha a educação dos filhos, quer escolar quer de hábitos de respeito e higiene. A pobreza dos bairros de cidades desagrega as famílias e abandona os filhos, colocando-os no caminho da marginalidade e exclusão.

10. Apesar da enorme evolução após o 25 de Abril ao nível da educação e do ensino, a maioria dos trabalhadores portugueses estão mal preparados e apresentam baixas competências para as empresas cada vez mais exigentes e tecnológicas. É de esperar portanto que a imigração continue a ser uma porta de saída profissional e que continuem os Quadros Comunitários de Apoio, com reforço para a formação e o desenvolvimento regional.(continua)


SABER A VERDADE!

Sobre a actual situação política a Comissão Executiva Nacional da BASE-FUT acaba de tomar posição:

"Manifestamos a nossa total perplexidade com a actual situação política num momento difícil para o País, em particular para os desempregados e trabalhadores. A situação económica e social não pára de se degradar. Tal significa a curto prazo mais dificuldades para os mais pobres e vulneráveis; tal significa maior vulnerabilidade do nosso País no contexto europeu e mundial!

Numa autêntica conversa de surdos governo e oposição, esgrimem argumentos políticos e jurídicos, tendo como fim a manutenção no poder dos primeiros e o assalto ao mesmo poder pelos segundos no caso da oposição de direita e de uma necessidade de manutenção a todo o custo de espaço politico por parte da oposição de esquerda! Uma grande parte dos cidadãos está alheada da contenda e outra parte adopta um dos campos, mas de forma pouco crítica.

A questão neste momento sem deixar de ter contornos jurídicos é fundamentalmente política e, como tal, deve ser encarada com elevado grau de responsabilidade e dignidade pelo Governo e pelo Partido Socialista. Estes devem promover todas as acções necessárias para sabermos se é verdade o que se escreve e diz sobre o Primeiro Ministro.

Apenas o esclarecimento cabal desta situação interessa quer ao Governo quer ao País. Caso contrário vamos ter o prolongar de uma crise que desgasta o próprio regime democrático, nomeadamente o parlamento e em particular os partidos políticos já bastante descredibilizados aos olhos dos cidadãos."

GREVE GERAL NA FUNÇÃO PÚBLICA!


"O secretário-geral da CGTP, Carvalho da Silva, deixa o aviso: a greve geral da Função Pública, que reúne os sindicatos do sector das duas centrais sindicais e que se realiza quinta-feira, é apenas a "preparação da ampliação da luta".

Considerando que a paralisação dos funcionários públicos é "indispensável", o líder da intersindical alerta para a possibilidade de virem aí, nos próximos tempos "mais tentativas de porrada sobre os trabalhadores". "Podemos considerar que a greve surge num momento em que todos os sacrifícios que vão ser pedidos aos funcionários públicos e, por consequência, aos funcionários do sector privado não estão expostos porque ainda não é conhecido o Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC)", sublinha Carvalho da Silva.

Recorde-se que na origem da greve geral da função pública está sobretudo o congelamento salarial da função pública em 2010, já anunciado pelo Governo e a possibilidade de haver aumentos inferiores à inflação até 2013, medida que, tal como avançou o Diário Económico, estará consagrada no PEC.

Os trabalhadores do Estado protestam ainda contra as novas regras da aposentação previstas no Orçamento do Estado, que penalizam mais as reformas antecipadas. Daí que, para Carvalho da Silva, esta paralisação seja vista como "uma greve de protesto justa"."Esta greve tem três dimensões: é de protesto, porque é necessário fazer a denúncia; é de alerta para os impactos de muitas políticas, como a desarticulação da Administração Pública; mas também é de preparação para a ampliação da luta", avisa o secretário-geral da CGTP.

O emprego tem de ser criado no sector privado e no público, defende Carvalho da Silva. Mas o Governo, lembra o sindicalista, na apresentação do Orçamento do Estado para 2010, "vangloriou-se de reduzir postos de trabalho na Administração Pública e promete agora reduzir mais ainda, vangloriando-se também pela redução salarial." Tudo isto faz com que "milhares e milhares" de funcionários públicos se sintam mal tratados e que queiram reformar-se. Porém, "quantos mais trabalhadores com vínculo estável saem da Administração Pública, mais precários entram no Estado", diz, referindo-se à redução de cerca de 70 mil funcionários públicos desde o início do primeiro Governo de José Sócrates.

É por todas estas razões que Carvalho da Silva vê com bons olhos a união entre as estruturas sindicais da função pública da CGTP e da UGT, que já não se juntavam há três anos para uma greve geral. A última greve ocorreu em Novembro de 2007 e foi contra a imposição do Governo em atribuir aumentos salariais de 2,1%...."(Diário Económico de hoje)

FORUM DE JOVENS DEBATE ASSOCIATIVISMO!


"ASSOCIATIVISMO COMO ESCOLA DE VIDA" é o tema do Forum de Jovens que a BASE-FUT vai realizar no fim de semana de 17/18 de Abril na Pousada de Juventude do Porto.

Debater a participação dos jovens na sociedade, partilhar experiências e potenciar o associativismo como escola de vida são os principais objectivos definidos pela Equipa Organizadora com sede na cidade invicta e constituída em grande parte por gente jovem e dinâmica!

O Forum vai abordar um tema original e pouco debatido entre nós -o conceber o associativismo como escola de vida-que de certo modo fez escola nos tempos em que a JOC foi efectivamente um movimento de jovens em grande escala para o nosso País.

Um dos temas fortes do programa é a análise dos valores do associativismo em Portugal e na Europa.

Contactos da Equipa Organizadora: