A Base-Frente Unitária de Trabalhadores vai comemorar o seu 37º Aniversário em Coimbra no próximo fim de semana de 5/6 de Novembro tendo como ponto forte um debate sobre «Europa e Portugal em Crise: que saídas?»
Para além do debate está previsto um serão cultural no sábado e no Domingo caminhadas e passeios culturais , para além do almoço de aniversário!
A BASE-FUT nasceu em Novembro de 1974 dinamizada em particular por militantes da área do então Centro de Cultura Operária, organismo de formação dos militantes católicos do mundo do trabalho, e das edições BASE, estrutura clandestina que agrupava católicos e e outras pessoas não confessionais.À BASE-FUT juntaram-se depois pessoas que tinham militado em organizações de oposição á ditadura e que não optaram por partidos políticos.
A BASE-FUT teve logo o apoio sindical da ex-Confederação Mundial do Trabalho, que já apoiava aquelas estruturas na clandestinidade,bem como diversas centrais sindicais europeias ligadas á área católica.
Pela BASE-FUT, nestes 37 anos, passaram milhares de pessoas que trabalharam na alfabetização, sindicalismo,animação sócio-cultural, edições,autarquias, cooperativas, IPSS, comissões de moradores, etc.
MOINHO FAZ 27 ANOS!VIVA!
A Associação Cultural Moinho da Juventude vai comemorar no proximo dia 5 de Novembro o seu 27º Aniversário com uma grande Festa a realizar no Polidesportivo da Cova da Moura, Buraca.Dos festejos contam-se diversas manifestações de canto , música e dança com a participação de vários grupos de jovens e crianças das instituições locais.
O Moinho é uma Associação sócio- cultural que desenvovle ao longo destes anos um trabalho relevante naquela Região de Lisboa ao nível do apoio social , de animação cultural e emancipação das gentes .Conta com diversos projectos participados pelas pessoas e inter- age com diversas outras entidades nacionais e internacionais!
UM MUNDO SUSTENTÁVEL-Contributo da Confederação Sindical Internacional!
A Confederação Sindical Internacional (CSI) acaba de publicar uma resolução onde apresenta o seu contributo para a Cimeira das Nações Unidas Rio + 20 a realizar no Rio de Janeiro em Junho de 2012 sobre desenvolvimento sustentável.
Um documento muito rico com propostas e sugestões e mesmo compromissos que devem ser tomados, nomeadamente:
-Protecção social para todas as pessoas;
-Um imposto sobre transacções financeiras;
-Emprego verde e trabalho digno alicerçado em medidas concretas
-Definir o papel de uma fiscalidade ecológica entre outras
Ver documento
Um documento muito rico com propostas e sugestões e mesmo compromissos que devem ser tomados, nomeadamente:
-Protecção social para todas as pessoas;
-Um imposto sobre transacções financeiras;
-Emprego verde e trabalho digno alicerçado em medidas concretas
-Definir o papel de uma fiscalidade ecológica entre outras
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ORÇAMENTO PARA 2012 É INSENSÍVEL!-diz Comissão de Justiça e Paz!
O Grupo Economia e Sociedade da Comissão Nacional Justiça e Paz ligado á Igreja Católica considera o Orçamento de Estado para 2012 de « chocante insensibilidade social ao ampliar a injustiça e as dificuldades sociais»
O documento, que a Agência Ecclesia divulgou, demonstra um grande equilíbrio na sua crítica sem deixar de ser corajoso e contundente!
Os autores consideram que há uma opção pelos interesses dos credores (capital) em detrimento dos interesses da população portuguesa.
Mais um gesto de dignidade no âmbito da Igreja Católica a juntar ás recentes e corajosas intervenções de D.Januário também sobre a injustiça do OE.Estes sinais mostram que não é pacífica nem de leitura única a actual situação social na Igreja Católica!Relevante também uma recente intervenção do Presidente das Misericórdias considerando que o Estado deve cumprir as suas obrigações sociais.
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O documento, que a Agência Ecclesia divulgou, demonstra um grande equilíbrio na sua crítica sem deixar de ser corajoso e contundente!
Os autores consideram que há uma opção pelos interesses dos credores (capital) em detrimento dos interesses da população portuguesa.
Mais um gesto de dignidade no âmbito da Igreja Católica a juntar ás recentes e corajosas intervenções de D.Januário também sobre a injustiça do OE.Estes sinais mostram que não é pacífica nem de leitura única a actual situação social na Igreja Católica!Relevante também uma recente intervenção do Presidente das Misericórdias considerando que o Estado deve cumprir as suas obrigações sociais.
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A ÁGUA E O TRABALHO:Não privatizar!
A água teve desde sempre um papel fundamental no desenvolvimento humano e económico. Fomentou o trabalho que está intimamente ligado há realização humana e entre outros benefícios está presente através da criação de muito emprego, proporciona o nosso bem-estar e a nossa própria subsistência.
Ao longo dos tempos foi construído um modelo de desenvolvimento que foi melhorado e normalizado através de práticas sociais que geraram naturalmente direitos e possibilidades de acesso ao usufruto comum da água e do seu social uso para fins pessoais e económicos. Esta prática trouxe benefícios fixando localmente as comunidades com toda a sua história comprovada através do património construído e cujo valor deve ser entendido como a água pertença de todos e essencial para o nosso bem-estar e futuro.
A água é um recurso ameaçado
A água é hoje um dos recursos naturais mais ameaçados e ainda um dos mais mal repartidos. O perigo vem pelo valor que tem para a vida e para a economia é por isso que é tão cobiçada pelos especuladores privados, mas também o é pelo que representa face á sociedade e ao desenvolvimento. É de fácil previsão que quem a possuir ou dominar através do seu preço tem vantagem sobre os outros produtores porque esta é a matéria prima base mais utilizada na produção de milhares de bens e serviços hoje existentes quer na maioria das indústrias, no comércio e também na agricultura.
È pela importância que a água tem e esta ser um produto insubstituível que certamente proporcionará lucros fáceis a quem a dominar, e injustos para quem necessita dela porque o seu preço pode subir de forma insuportável sobretudo para pequenas e médias empresas e ainda para largos extractos da população. É preciso muita atenção, porque a água pode facilmente atingir um valor económico muito elevado visto ser uma matéria prima essencial na fabricação de muitos dos produtos correntes e porque é muito usada pelos serviços públicos e privados. Em muitos casos é mesmo efectivamente uma matéria prima básica de primeira necessidade.
O seu preço baixo e acessível é tão importante para a competitividade de qualquer ramo de negócio ou de trabalho, que em caso contrário poderá trazer mesmo consequências directas ou indirectas aos trabalhadores na sua estabilidade social e na do seu emprego. Como sabemos a água está presente em quase todos os sectores a montante ou a jusante de qualquer empreendimento onde o trabalho exista. É utilizada no trabalho por biliões de trabalhadores em todo o mundo, é também a principal matéria prima de que depende uma imensidão de empregos tão variados quanto a nossa imaginação nos pode levar.
A água esteve sempre presente no desenvolvimento
A água está sempre presente na história do nosso desenvolvimento ao longo dos séculos como fonte de alimentação, energia, transporte, matéria prima e trabalho/emprego. A água está presente e é fundamental na agricultura, na ajuda á ocupação útil da terra, mas também está presente na origem de muitas outras actividades laborais ligadas a muitos ramos de actividade que não só aos bens alimentares.
Na construção há muito que a água está nas grandes obras arquitectónicas, algumas mesmo monumentais como, por exemplo, os antigos aquedutos ou as grandes barragens ou mais recentemente os imensos empreendimentos ligados ao turismo que são, sem dúvida, expoentes da importância da água face á economia e ao emprego do passado, do presente e do futuro. São muitos os empregos criados durante as construções e depois durante a exploração e a sua utilização.
Ao reflectirmos hoje ocorre-nos o pensamento de que talvez muitas destas obras não se teriam realizado sem a respectiva água necessária á sua construção ou ao seu empreendimento caso esta fosse privatizada gerando fins lucrativos e por isso bem paga como alguns pretendem que venha a ser agora e no futuro. Reflectimos que quanto emprego teria ficado pelo caminho e quanta obra por realizar? Agora somos beneficiários do legado dos nossos antepassados, devemos merecer tal herança, é o fruto do seu trabalho e o futuro exige-nos continuar na senda do mesmo progresso sem perder os direitos como o do acesso á água de boa qualidade e sem fins lucrativos.
É imperioso assumirmos a nossa cidadania perante a ofensiva sobre a água que é de todos. Esta é uma causa a defender pelo nosso futuro e pela vida.
Intervenção de João Lourenço, sindicalista e militante da BASE-FUT, no Forum sobre a Àgua
Ao longo dos tempos foi construído um modelo de desenvolvimento que foi melhorado e normalizado através de práticas sociais que geraram naturalmente direitos e possibilidades de acesso ao usufruto comum da água e do seu social uso para fins pessoais e económicos. Esta prática trouxe benefícios fixando localmente as comunidades com toda a sua história comprovada através do património construído e cujo valor deve ser entendido como a água pertença de todos e essencial para o nosso bem-estar e futuro.
A água é um recurso ameaçado
A água é hoje um dos recursos naturais mais ameaçados e ainda um dos mais mal repartidos. O perigo vem pelo valor que tem para a vida e para a economia é por isso que é tão cobiçada pelos especuladores privados, mas também o é pelo que representa face á sociedade e ao desenvolvimento. É de fácil previsão que quem a possuir ou dominar através do seu preço tem vantagem sobre os outros produtores porque esta é a matéria prima base mais utilizada na produção de milhares de bens e serviços hoje existentes quer na maioria das indústrias, no comércio e também na agricultura.
È pela importância que a água tem e esta ser um produto insubstituível que certamente proporcionará lucros fáceis a quem a dominar, e injustos para quem necessita dela porque o seu preço pode subir de forma insuportável sobretudo para pequenas e médias empresas e ainda para largos extractos da população. É preciso muita atenção, porque a água pode facilmente atingir um valor económico muito elevado visto ser uma matéria prima essencial na fabricação de muitos dos produtos correntes e porque é muito usada pelos serviços públicos e privados. Em muitos casos é mesmo efectivamente uma matéria prima básica de primeira necessidade.
O seu preço baixo e acessível é tão importante para a competitividade de qualquer ramo de negócio ou de trabalho, que em caso contrário poderá trazer mesmo consequências directas ou indirectas aos trabalhadores na sua estabilidade social e na do seu emprego. Como sabemos a água está presente em quase todos os sectores a montante ou a jusante de qualquer empreendimento onde o trabalho exista. É utilizada no trabalho por biliões de trabalhadores em todo o mundo, é também a principal matéria prima de que depende uma imensidão de empregos tão variados quanto a nossa imaginação nos pode levar.
A água esteve sempre presente no desenvolvimento
A água está sempre presente na história do nosso desenvolvimento ao longo dos séculos como fonte de alimentação, energia, transporte, matéria prima e trabalho/emprego. A água está presente e é fundamental na agricultura, na ajuda á ocupação útil da terra, mas também está presente na origem de muitas outras actividades laborais ligadas a muitos ramos de actividade que não só aos bens alimentares.
Na construção há muito que a água está nas grandes obras arquitectónicas, algumas mesmo monumentais como, por exemplo, os antigos aquedutos ou as grandes barragens ou mais recentemente os imensos empreendimentos ligados ao turismo que são, sem dúvida, expoentes da importância da água face á economia e ao emprego do passado, do presente e do futuro. São muitos os empregos criados durante as construções e depois durante a exploração e a sua utilização.
Ao reflectirmos hoje ocorre-nos o pensamento de que talvez muitas destas obras não se teriam realizado sem a respectiva água necessária á sua construção ou ao seu empreendimento caso esta fosse privatizada gerando fins lucrativos e por isso bem paga como alguns pretendem que venha a ser agora e no futuro. Reflectimos que quanto emprego teria ficado pelo caminho e quanta obra por realizar? Agora somos beneficiários do legado dos nossos antepassados, devemos merecer tal herança, é o fruto do seu trabalho e o futuro exige-nos continuar na senda do mesmo progresso sem perder os direitos como o do acesso á água de boa qualidade e sem fins lucrativos.
É imperioso assumirmos a nossa cidadania perante a ofensiva sobre a água que é de todos. Esta é uma causa a defender pelo nosso futuro e pela vida.
Intervenção de João Lourenço, sindicalista e militante da BASE-FUT, no Forum sobre a Àgua
SITUAÇÃO NA EUROPA ESTÁ PERIGOSA,DIZEM SINDICATOS EUROPEUS!
Em Declaração do seu comité executivo saída da reunião dos passados dias 19 e 20 a Confederação Europeia de Sindicatos diz que a situação económia na europa está a degradar-se e atinge níveis perigosos com o desemprego a crescer, em particular nos mais jovens!
A CES exige solidariedade e políticas contra a austeridade, nomeadamente no capítulo salarial.Por outro lado os bancos estão a aproveitar-se da crise e ganham lucros fabulosos enquanto os trabalhadores e suas famílias levam com o grosso das medidas de austeridade!Ver declaração
A CES exige solidariedade e políticas contra a austeridade, nomeadamente no capítulo salarial.Por outro lado os bancos estão a aproveitar-se da crise e ganham lucros fabulosos enquanto os trabalhadores e suas famílias levam com o grosso das medidas de austeridade!Ver declaração
BASE-FUT DO PORTO E NORTE DEBATE SITUAÇÃO E PREPARA FUTURO!
No próximo dia 29 de Outubro de 2011, Sábado, pelas 15 h, na sede da Base-FUT, à Rua Passos Manuel, 209 -1º, no Porto vamos realizar um encontro de reflexão sobre a actualidade e ao mesmo tempo procurar encontrar caminhos para o futuro.
Temas que estarão na mesa:
• A CRISE:
A crise não se resolve com austeridade
A crise pode ser resolvida com investimento e empenhamento de todos
A crise não pode acentuar as injustiças e desigualdades
• DESEMPREGO
Os cidadãos não podem cair na miséria porque ficam sem trabalho
O desemprego é um desperdício social. Todos devem contribuir para a sociedade
Todos temos direito á protecção no desemprego
É preciso organizar os desempregados
• TRABALHO
A solução não está na desvalorização do trabalho e do trabalhador
A economia sustentável deve valorizar o trabalhador como elemento central da economia
O sindicalismo é essencial para a justiça social e cidadania
Renovar o sindicalismo e incentivar a organização dos trabalhadores
• APOIO SOCIAL
A filosofia do PES e do Banco alimentar é de emergência e não resolve o problema da pobreza
Uma filosofia na base de assistência e de estigmação do pobre. Remediar os danos colaterais do capitalismo
A economia social são as IPSS e outras associações e empresas.
• A CULTURA
Parente pobre para este poder
A cultura como elemento que contribui para a saída crise. Património.
A cultura como na forma de encarar a vida, o consumo o poder e a democracia
• A EUROPA
Um novo rumo para a Europa.
Uma Europa de paz, democracia politica, económica e social
Os trabalhadores são actores fundamentais da Europa
• O NOSSO PAPEL
Um papel de animação da cidadania
Deslegitimar o pensamento dominante
Apostar na formação
Promover redes sociais nacionais e internacionais
NOTA: Deste debate deverá sair um plano de acção para o futuro.
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